sexta-feira, 16 de julho de 2010

Resposta do Bom Jesus/Ielusc

Como resultado da nossa pressão, o Diretor Geral do curso elaborou uma carta e enviou para diversas listas e e-mails. A carta tem quatro páginas e apenas cinco parágrafos que tentam explicar a crise.

São pontos interessantes para debate, mas, ainda não justifica a crise.

Segue os únicos trechos importantes da carta, repletos de uma pretensão ilusória.

(Obs.: os primeiros 19 parágrafos falam apenas da concepção teológica do curso. É para rir ou chorar?)



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Em face do cenário atual do Ensino Superior no Brasil, o próprio Ministério da Educação, prevendo dificuldades para as IES menores (faculdades) determinou através de Ofício Circular expedido pelo INEP no dia 13/05/2010, alterações de critério no regime integral, na exigência de titulação e no núcleo docente estruturante. Os três itens deixaram de ser “indicadores imprescindíveis” para avaliação de curso, em função de decisão da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES.

A incumbência para gerir a Associação Educacional Luterana BOM JESUS/IELUSC cabe à Diretoria Executiva, ao Conselho Diretor, ao Conselho Fiscal e à Assembleia Geral. Estas são as esferas nas quais se discutem e aprovam questões ligadas ao Planejamento Estratégico, Orçamento, Projetos e Planos, segundo atribuições explicitadas no Estatuto, no Regimento e nos Princípios Norteadores da Gestão Educacional aplicada no BOM JESUS/IELUSC.

Os relatórios financeiros, após aprovados pelo Conselho Diretor, são auditados por auditores independentes, fiscalizados por um Conselho Fiscal e publicado em jornal de circulação local e, finalmente, apresentados para aprovação da Assembleia Geral.
Coerente com o profissionalismo da gestão adotada, o BOM JESUS/IELUSC conta ainda com a assessoria da Fundação Dom Cabral, ligada à PUC de Minas Gerais, indicada como a 6ª no ranking mundial de Educação Executiva (segundo publicação do jornal inglês Financial Times no dia 24 de maio do corrente ano).

O cenário atual exigiu uma tomada de posição em relação à sustentabilidade do Curso de Comunicação Social. As diretrizes, ora em implementação, são válidas também para os demais Cursos.

A crise, quando surge, tem que ser tratada de forma criativa, dando outra ordem diferente e melhor, abrindo espaço para uma nova oportunidade.

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Tito Lívio Lermen
Diretor Geral do BOM JESUS/IELUSC

6 comentários:

Marcus Vinícius disse...

Tá, e daí?

16 de julho de 2010 09:41
Vinícius Krüger Martins disse...

Falou, falou, falou e não disse NADA.
Usaram isso aqui pra fazer essa carta: http://padrelevedo.hpg.ig.com.br/lerolero/lerolero.html

16 de julho de 2010 10:11
Thais Regina Bento disse...

Aham, tudo que eu li foi bla bla bla e mais bla bla bla.

Infelizmente não falo essa língua.

16 de julho de 2010 14:13
Jani disse...

Sério, esses professores só sabem copiar trecho de textos de outros autores para explicar a crise.

17 de julho de 2010 11:13
Rafael A. Silva disse...

PATÉTICA a maneira como o DACS resolveu publicar a resposta da parte contrária.

Parece coisa de criança birrenta... pqp!

É este o tipo de jornalismo que se defende com tanto afinco?

Depois ainda querem moral p'ra pedir planilha financeira da instituição (!).
Nem aqui nem na China...

Pelo menos falem em nome do DACS (os integrantes) e não em nome de "todos os alunos", PORQUE EU NÃO PASSEI PROCURAÇÃO PARA FALAR EM MEU NOME.

18 de julho de 2010 13:25
Marcus Vinícius disse...

Rafael.

Você leu a carta completa?
Nós, por algum acaso dissemos que esta parte publicada se refere ao texto como um todo?

Em algum momento você nos viu tomar alguma atitude sem antes realizar reuniões?

Frequente as reuniões, ou grupos de e-mails antes de criticar a postura do DACS.

29 de julho de 2010 19:24

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